Temos a oportunidade, hoje, de nos relacionarmos por vários meios e trocar ou compartilhar ideias, que não dependem só do nosso corpo e voz, mas utilizando mídias que intensificam a mensagem, como fotos, vídeos e sons.
As mídias favorecem aqueles que não tem os talentos de comunicação de almas 3 e 6, por exemplo...
Todas as outras almas podem agora se expressar com mais "atratividade".
Essa possibilidade maior de comunicação pode também acelerar uniões e separações. Pode também nos colocar face a problemas de relacionamento que antes não teríamos, simplesmente porque não estaríamos nos relacionando dessa forma.
Dessa realidade, que pode ser triste às vezes, vem à lembrança duas linhas filosóficas diferentes, mas com pelo menos esse pensamento em comum. Tanto a Logosofia como o Confucionismo preceituam o cuidado com o relacionamento, mantendo uma certa "cerimônia" entre os íntimos, para manter um terreno de respeito àqueles que estão muito próximos, de modo a evitar o menosprezo pelo que já se "tem" e, ao contrário, valorizá-lo. O cuidado com as palavras e atitudes, a forma como se arruma a mesa ou a música ambiente... Enfim, os detalhes fazem a diferença num ambiente restrito. E, especialmente para Confúcio, criam o solo fértil para as virtudes.
Os relacionamentos humanos precisam de rituais e cerimônias para traçar seus rumos. O que é uma família? Sequência de rituais que marcam fatos e a passagem do tempo. Casamento, batismo, almoços de domingo, ceias de natal, viagens de férias... Situações, rituais que promovem o convívio, com um propósito.
Qual seria esse propósito? Reencontrar a unidade? Sermos um? Entendermos que já somos um, e que estamos sonhando que somos só nós mesmos isolados uns dos outros?
A dor de não ser compreendido pode levar a ruptura, pois é muito duro estar atado a quem nos faz "sofrer".
Por isso a atenção, o não julgamento, o relaxamento, o esvaziamento, a reflexão, são estados de espírito que favorecem o autoconhecimento e a distinção do que é certo e o que é errado.
Sendo que este certo e errado o são segundo o nosso próprio referencial humano, limitado. Por isso o poder e a justiça do não-julgamento.
Tem outra coisa também que cimenta as relações. Cimenta, não, Concreta! O AMOR. E o que é o amor? Laços que não se dissolvem apesar dos pesares.
Somos humanos, falhos, buscando a melhor forma de viver. O fato de estarmos vivos já nos faz heróis e heroínas. Somos os protagonistas dessa montagem do aqui e agora.
Estamos entrelaçados no Espírito, não adianta fugir. Se não há amor, ou entendimento, que tenhamos tolerância com as limitações uns dos outros. As mensagens revolucionárias do Mestre Jesus, palavras e sentido que nunca antes existiram, continuam ressoando para nos transformar: "amai ao próximo como a ti mesmo" e "não faça ao outro o que não gostaria que fizesse com você".
Que a nossa convivência seja abençoada e que nós sobrevivamos às nossas atuais limitações. Noite e dia se sucedem, até a iluminação total que está reservada para todos nós.
As mídias favorecem aqueles que não tem os talentos de comunicação de almas 3 e 6, por exemplo...
Todas as outras almas podem agora se expressar com mais "atratividade".
Essa possibilidade maior de comunicação pode também acelerar uniões e separações. Pode também nos colocar face a problemas de relacionamento que antes não teríamos, simplesmente porque não estaríamos nos relacionando dessa forma.
Dessa realidade, que pode ser triste às vezes, vem à lembrança duas linhas filosóficas diferentes, mas com pelo menos esse pensamento em comum. Tanto a Logosofia como o Confucionismo preceituam o cuidado com o relacionamento, mantendo uma certa "cerimônia" entre os íntimos, para manter um terreno de respeito àqueles que estão muito próximos, de modo a evitar o menosprezo pelo que já se "tem" e, ao contrário, valorizá-lo. O cuidado com as palavras e atitudes, a forma como se arruma a mesa ou a música ambiente... Enfim, os detalhes fazem a diferença num ambiente restrito. E, especialmente para Confúcio, criam o solo fértil para as virtudes.
Os relacionamentos humanos precisam de rituais e cerimônias para traçar seus rumos. O que é uma família? Sequência de rituais que marcam fatos e a passagem do tempo. Casamento, batismo, almoços de domingo, ceias de natal, viagens de férias... Situações, rituais que promovem o convívio, com um propósito.
Qual seria esse propósito? Reencontrar a unidade? Sermos um? Entendermos que já somos um, e que estamos sonhando que somos só nós mesmos isolados uns dos outros?
A dor de não ser compreendido pode levar a ruptura, pois é muito duro estar atado a quem nos faz "sofrer".
Por isso a atenção, o não julgamento, o relaxamento, o esvaziamento, a reflexão, são estados de espírito que favorecem o autoconhecimento e a distinção do que é certo e o que é errado.
Sendo que este certo e errado o são segundo o nosso próprio referencial humano, limitado. Por isso o poder e a justiça do não-julgamento.
Tem outra coisa também que cimenta as relações. Cimenta, não, Concreta! O AMOR. E o que é o amor? Laços que não se dissolvem apesar dos pesares.
Somos humanos, falhos, buscando a melhor forma de viver. O fato de estarmos vivos já nos faz heróis e heroínas. Somos os protagonistas dessa montagem do aqui e agora.
Estamos entrelaçados no Espírito, não adianta fugir. Se não há amor, ou entendimento, que tenhamos tolerância com as limitações uns dos outros. As mensagens revolucionárias do Mestre Jesus, palavras e sentido que nunca antes existiram, continuam ressoando para nos transformar: "amai ao próximo como a ti mesmo" e "não faça ao outro o que não gostaria que fizesse com você".
Que a nossa convivência seja abençoada e que nós sobrevivamos às nossas atuais limitações. Noite e dia se sucedem, até a iluminação total que está reservada para todos nós.
Silvia,
ResponderExcluirRealmente este é o grande desafio humano na medida que somos únicos e temos nossa visão pessoal e particular de ver as coisas. Mas por outro lado sabemos que fazemos parte de um todo que inclui o outro e dependemos dele para nos completar, mas ele nos mostra um lado que as vezes não queremos ver. Por isso lhe imputamos a culpa do que nos acontece, quando na verdade somos nós mesmos que não sabemos lidar com aquela situação. O que fazer ? Seguir em frente a aceitar os conflitos, buscar a harmonia e nos modificar aos poucos. Vemos casais que permanecem juntos a vida inteira e pensamos que eles nao brigam e por isso estao juntos. Quando conversamos com eles, descobrimos que é exatamente o contrario, eles brigam o tempo todo, mas tem uma elasticidade e um desejo de permanecer juntos tao grande que aprendem a se relacionar com maturidade...
abs,
Relacionamentos... A base desse mundo... Seja consigo mesmo, seja na família, na política, ou com Deus...
ResponderExcluirSabe de uma coisa? As pessoas atribuem valores diferentes as coisas em função de suas experiencias. O problema é que quando expressamos valores através de palavras gestos ou mesmo imagens, aquele que as recebe atribui a elas seus próprios valores do seu mundo interno. Por isso dizemos uma coisa e a pessoa entende outra.
ResponderExcluirNo final das contas todos querem passar suas idéias e crencas para confirma-las através da adesão dos demais e assim ter maior identificação pessoal. A diferenca é que alguns fazem isto de forma muito firme e inflexível assustando os outros que, discordando mas não sabendo como se defender e debater com argumentos, recolhem-se no seu silêncio condenativo e encerram a discussão, mostrando portanto uma outra forma diversa de autoritarismo. Ambos saem perdendo a oportunidade de esticar o debate e fazer surgir uma nova percepcao que poderia unir e conciliar visões diferentes da realidade, fruto da visão única de cada indivíduo.
Silvia,
ResponderExcluirAcrescentei um texto descritivo do blog para que todos tenham uma compreensão de nossa proposta. Gostaria de sua opinião.
abs,
Oi, João, gostei do texto, é interessante relembrar ou fazer conhecer os propósitos do grupo, que nasceu da nossa necessidade de compartilhar o aprendido no curso de Numerogia da Alma, do Gilberto Gonçalves.
ExcluirAbraço,
Silvia